There is a Light That Never Goes Out
Esse deveria ter sido meu lema no último ano. Mas não foi. Entre altos e baixos (muito mais baixos do que altos) eu simplesmente fui levando a vida em piloto automático, sem me preocupar muito com nada e sem realmente me esforçar muito para nada.
Fiz inúmeros progressos na área profissional: consegui novos alunos, preenchi quase todos os meus horários, comecei a me preparar para a construir minha sala de aula.
Enquanto isso, a vida particular ficou no piloto automático.
Não liguei muito para a forma física e como resultado engordei tudo de novo.
Fiquei estressada, emburrada, deprimida.
Passei mal praticamente todos os meses desde o início do ano, com uma dor abdominal que os médicos não sabiam o que era e que me incapacitava praticamente metade do mês. Eu passava 15 dias com dor e outros 15 com medo de sentir dor. Um inferno!
Até que novamente decidi ir ao médico, que me pediu vários exames e me mandou marcar consulta com o Ginecologista. Chegando lá, ele apertou, conversou e matou a pau: a dor era emocional, não física. Eu tinha que me resolver ou conviver com ela.
E eu decidi tomar as rédeas. Chega daquela dor horrível!
Parando para pensar, o único mês em que eu não havia sentido nada, tinha sido aquele em que eu tomei o remédio contra ansiedade (que um antigo médico tinha me receitado quando tive uma crise de gastrite nervosa). E lá vamos nós. Comecei a tomar o tal remédio e como resultado, o mês passado não tive dor. Acho que o G.O. achou a resposta.
Foram 12 meses do inferno, desde a morte da minha avó e do meu tio. Muita tristeza, muito estresse, muita ansiedade.
Agora chega! Está na hora de colocar as coisas nos trilhos.
Essa semana, depois de muito tempo, consegui caminhar dois dias seguidos. Preciso voltar a correr, mas também preciso redescobrir o prazer disso... então, vou começar caminhando e logo volto a programação de corridas. Também, finalmente comecei a conseguir a levar a dieta a sério. Perdi o serviço de seis meses quando consegui perder 6 kg... Vou ter que fazer tudo de novo. Mas, vamos lá!!!! Tá na hora de tomar as rédeas! E eu vou conseguir.