terça-feira, 16 de setembro de 2014

So now what?

De uma maneira geral, as coisas vão bem.
Sem muito drama, sem muita complicação.
Claro que existe a perspectiva de perder um serviço que há tempos eu faço, mas também não é nada que vá me deixar de cabelos em pé. Como eu já disse antes, decidi não ficar sofrendo por essas coisas. Não vale a pena e só vai me fazer ficar doente.
Venho conseguido correr regularmente. Ainda estou nos mesmos 16 minutos divididos em 8 vezes de 2 minutos. Semana que vem já existe previsão de aumento (como eu fazia antes... vou aumentando os minutos e diminuindo intervalos, até correr tudo de uma vez).

O que me preocupa hoje é Lady Lilith... não voltou de seu passeio diário. Será que foi embora? Será que achou uma casa melhor? Será que morreu? Será que está presa em algum lugar? Será? Será? Será?

Gatos são imprevisíveis... às vezes ficam dias fora de casa e depois voltam... às vezes simplesmente vão embora. Mas é sempre chato não saber o que aconteceu...

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Keep Walking...


Aulas a toda, turmas que acabam, alunos que começam, horários que se definem... é a vida que segue.
Não dá para pedir para o mundo parar para que a gente se encontre, se acerte. É preciso fazer isso enquanto se segue em frente. Demorou, mas entendi isso. Pelo menos momentaneamente.
Decidi que não vou morrer de dor enquanto o mundo continua girando. Chega! Oito meses é tempo demais para ficar sofrendo com aquelas cólicas. Se é emocional, cabe a mim resolvê-las. Ou melhor, resolver as questões internas que vem me fazendo senti-las.
Parece que tem dado certo. Desde que soube do diagnóstico, tenho tentado (e e conseguido) me controlar. Não dá para ficar guardando as coisas. Tem que por pra fora.
Consegui passar Agosto sem dor. E vou conseguir passar Setembro também. Simples assim. Porque eu decidi que não quero mais sofrer.
A parte isso, voltei a correr. Tive que começar o treinamento tudo de novo. 2 minutos correndo com intervalo de 2 minutos caminhando. Mesmo assim, já corri 16 minutos. Para quem não conseguia há tempos, está ótimo.
E vamos que vamos!!!

terça-feira, 2 de setembro de 2014

There is a Light That Never Goes Out

There is a Light That Never Goes Out

Esse deveria ter sido meu lema no último ano. Mas não foi. Entre altos e baixos (muito mais baixos do que altos) eu simplesmente fui levando a vida em piloto automático, sem me preocupar muito com nada e sem realmente me esforçar muito para nada.
Fiz inúmeros progressos na área profissional: consegui novos alunos, preenchi quase todos os meus horários, comecei a me preparar para a construir minha sala de aula.
Enquanto isso, a vida particular ficou no piloto automático.
Não liguei muito para a forma física e como resultado engordei tudo de novo.
Fiquei estressada, emburrada, deprimida.
Passei mal praticamente todos os meses desde o início do ano, com uma dor abdominal que os médicos não sabiam o que era e que me incapacitava praticamente metade do mês. Eu passava 15 dias com dor e outros 15 com medo de sentir dor. Um inferno!
Até que novamente decidi ir ao médico, que me pediu vários exames e me mandou marcar consulta com o Ginecologista. Chegando lá, ele apertou, conversou e matou a pau: a dor era emocional, não física. Eu tinha que me resolver ou conviver com ela.
E eu decidi tomar as rédeas. Chega daquela dor horrível!
Parando para pensar, o único mês em que eu não havia sentido nada, tinha sido aquele em que eu tomei o remédio contra ansiedade (que um antigo médico tinha me receitado quando tive uma crise de gastrite nervosa). E lá vamos nós. Comecei a tomar o tal remédio e como resultado, o mês passado não tive dor. Acho que o G.O. achou a resposta.
Foram 12 meses do inferno, desde a morte da minha avó e do meu tio. Muita tristeza, muito estresse, muita ansiedade.
Agora chega! Está na hora de colocar as coisas nos trilhos.
Essa semana, depois de muito tempo, consegui caminhar dois dias seguidos. Preciso voltar a correr, mas também preciso redescobrir o prazer disso... então, vou começar caminhando e logo volto a programação de corridas. Também, finalmente comecei a conseguir a levar a dieta a sério. Perdi o serviço de seis meses quando consegui perder 6 kg... Vou ter que fazer tudo de novo. Mas, vamos lá!!!! Tá na hora de tomar as rédeas! E eu vou conseguir.